Este blog está encerrado.

O autor continua a publicar em http://jvnande.com.

Se quiser ler uma selecção de textos, clique aqui.

os amigos de louçã 2

Foi muito interessante (e, desde o primeiro minuto, propositado - perdoem-me a deselegância, mas é verdade) reparar como tantos tomaram como censura aquilo que, na verdade, tentava ser coisa nenhuma, como notou o Ricardo. O curioso no caso é o modo como uma mudança na esfera pessoal se revelou naturalmente: não se disse algo como "eu comecei a fazê-lo em 1994, quando encontrei o meu amigo Miguel numa cantina de Marraquexe", mas um simples "não faço" seguido de um "sim, faço". Isso é raro ou, pelo menos, raramente se repara.

A presente responsabilidade do ps em futebolês

O Ps está como uma equipa empatada a 0-0 a meia hora do final e cuja adversária acabou de ficar reduzida a 10 jogadores. Se não ganhar o jogo, a culpa é só dela.

16 horas

Acordei. Lavei-me, vesti-me. Andei durante quinze minutos. Tive duas horas de formação sobre registo predial. Andei quinze minutos. Estudei numa sala em que as pessoas já foram menos novas. Andei dez minutos. Penteei-me, troquei de casaco, pus um cachecol ao pescoço. Andei cinco minutos. Almocei. Andei cinco minutos. Comprei o jornal. Tomei café com amigos. Andei dez minutos. Li o jornal. Confirmei as percentagens eleitorais no concelho onde moro e no concelho onde voto. Estudei. Levantei dinheiro para pagar a pós-graduação, mas a secretaria estava fechada. Esperei pelo professor. Vi passar pessoas e pensei que é realmente uma pena que não tenham rolado mais cabeças de nobres neste país. O professor chegou. O professor fez-me uma prova oral de melhoria de nota. Melhorei a nota. Saí da faculdade. Andei dez minutos. Comprei uns sapatos. Comprei um cartão para ver mais filmes por menos dinheiro. Lanchei. Vi no cinema um filme com uma personagem coxa. Comi um chocolate. Vi no cinema um filme com uma piada sobre personagens coxas. Andei dez minutos. Fiz uma sandes. Arrumei a minha pasta. Lavei louça. Vi televisão. Escrevi isto. Lavei-me, despi-me. Dormi.

os amigos de louçã

Interessante, a entrevista que Francisco Louçã deu à revista Única, do Expresso, de 12 de Fevereiro de 2005. A certa altura, diz o dirigente bloquista:
Nunca me impressionou muito o haxixe, mas se vir amigos a fumar, fumo.
Frase directa, é certa, mas nada digno de grande menção. No entanto, a perspectiva muda um pouco se citarmos um excerto de uma entrevista do mesmo Louçã a Fernando Assis Pacheco para O Jornal Ilustrado de 24.06.1988, republicada no livro Retratos Falados:
P.- Alguma vez fumou um charro?
R.- Não, nunca.

no bom sentido

Diabos te levem, Ivan Nunes, pois depois de quase dois meses ainda não consegui tirar isto da cabeça...

luto nacional 2, seguido de choques eléctricos

Depois de ler o post de Possidónio Cachapa, confesso que me desiludiu um pouco o texto original da carta de José Carlos Palha. Não discordo profundamente da opinião do leitor do Público, apenas esperava um enfoque para além da questão do merecimento do luto nacional pelo triângulo Sophia-Pintassilgo-Lúcia, que, no entanto, é precisamente a questão que se versa:
A igualdade de tratamento nos três casos era no mínimo o que se deveria exigir dos poderes políticos de um país desenvolvido. Não termos sido capazes de o fazer só veio contribuir para manter o nosso baixo índice de cidadania e de liberdade de escolha, fragilizando a nossa democracia; democracia que afinal parece ter sido apenas "oferecida" generosamente a uma população com um baixíssimo grau de instrução e de literacia.
O mérito de José Carlos Palha, no entanto, está na identificação precisa do que cada uma daquelas pessoas representou.
Uma foi talvez a nossa maior poetisa de sempre, candidata ao Prémio Nobel da Literatura e uma cidadã a todos os títulos exemplar; a segunda foi uma mulher, integrada numa ordem religiosa, que dedicou a sua vida às mais elevadas causas e trouxe à política a marca do seu ideal cristão, chegando a ser a única primeira-ministra de Portugal; a irmã Lúcia foi um exemplo de vida abnegada e simples movida por uma enorme fé em fenómenos ocorridos em Fátima que nos merecem o maior respeito e nos interrogam o mais profundo da nossa alma como católicos, embora não sendo dogmas de fé.
Esqueçamos agora a questão to be or not to be do luto nacional, sempre dependente da conjuntura política e (hoje mais do que nunca) do calendário eleitoral, e perguntemos: o que nos diz de nós mesmos a diferença entre os modos como foram celebradas as mortes das três, tendo em conta aquilo que elas representam e os valores e ideias a que as suas figuras apelam? Talvez que, muito mais do que iliterados e pouco instruídos, os portugueses pensam-se e sentem-se abnegados e simples. E isto é um ponto de partida muito mais interessante.

3ª QUESTÃO DE FÉ: ultimamente, ando a apanhar imensos choques em corrimões de escadas, fechaduras de portas e portas de automóveis. Ora, eu sei algo sobre electricidade estática - não muito, mas o suficiente para reconhecê-la como causa dessas pequenas descargas. Mas se não soubesse - aí pensaria que o mundo me estaria a castigar por maldade. O curioso é que esse conhecimento prévio depende da existência do saber na comunidade, o que é desigual e arbitrário. Ou seja, o progresso científico subsiste no e pelo acaso, tanto como a superstição. Estão aí ao mesmo nível.

passar ao lado

Foi a isto que o nosso país se juntou, que alimentou. Uns dirão "mas os outros ainda fizeram pior". Errado: fazer guerra não é mais do que criar condições para que o absurdo aconteça.

o silêncio

Sim, à força de tanto querer dizer, acaba-se muitas vezes por não se dizer nada e, logo, haverá muitos opinionistas não-afónicos mais mudos do que Jerónimo. Seja como for, depois de tanto boato, de tanto insulto dissimulado, de tanta cafeína mal distribuída, soube bem ver os debatentes a terem uma atitude civilizada e de simples boa educação quanto a um acontecimento imprevisível. E soube ainda melhor ver pessoas a deixarem-se ser pessoas em frente a câmaras de televisão. Por via de Jerónimo de Sousa, aconteceu realmente algo de humano no debate de ontem.

sobre o luto nacional

Julgo que é unânime que, se a não declaração de luto nacional aquando da morte de Maria de Lurdes Pintassilgo foi de censurar, não podemos comparar esta com Lúcia de Jesus em raciocínios de hierarquização como "se houve para a Lúcia, também devia ter havido para a Pintassilgo". Os percursos delas não são comparáveis.

Julgo também que ninguém discute que devia ter havido mais comedimento no modo como o mundo político, principalmente Santana Lopes, lidou com o assunto. A declaração de luto nacional simultânea à estranha suspensão da campanha revela-se como mais um modo de instrumentalização que o actual primeiro-ministro faz daquilo que é público quanto ao que é partidário.

A questão mais interessante que se coloca é a do real carácter do luto nacional: deve um estado laico declarar luto nacional aquando da morte de uma mulher que é ou representa, quer se goste quer não, o seu momento religioso mais emblemático no espaço de um século? Lúcia estava santificada em vida na consciência de milhares e é o confronto entre este reconhecimento e a noção de luto nacional que retirei daqui, ou seja,
Ao decretar luto nacional, o Governo pretende, por esse meio e no apelo a regras de cortesia tradicionalmente praticadas e aceites, manifestar o pesar sentido pelo falecimento de cidadãos, ou cidadãos, nacionais ou estrangeiros, que, pelo seu perfil e (ou) a sua projecção, se entenda deverem receber essa homenagem dos Portugueses
que me faz não sentir qualquer choque quanto ao luto nacional por Lúcia.

Edital

Retomo a fotografia n’ A Queda. Os links de fotografia passarão para lá. Para além disso, já sou site.

fezada

A irmã Lúcia morreu. Difícil de acreditar, principalmente para quem não acredita, é que, exactamente antes de saber que ela tinha morrido, eu disse “senhora de Fátima”. Tanto que quase eu próprio não acredito.

Por outro lado, há uns tempos ouvi uma conversa em que um tipo tentava justificar o seu atraso para um encontro com o patrão com base no argumento de que este tinha combinado para as doze horas. “Mas não disse os minutos. Doze horas tanto é as doze e um como as doze e cinquenta e nove”. E isto também é uma questão de fé: só acredita quem quer.

ser cada vez mais memória

Arthur Miller é o herói de todo molequinho franzino de tendências intelectuais ou artísticas. Os molequinhos de tendências atléticas não precisam de Joe DiMaggio, mas nós precisamos de Arthur Miller.
Arthur Miller morreu. O que está acima é um excerto de um texto belíssimo de Alexandre Soares Silva.

onde é que já ouvi isto?

Citações sobre o financiamento público dos filmes dinamarqueses, retiradas de Dogme Uncut: Lars von Trier, Thomas Vinterberg, and the Gang That Took on Hollywood:
"It turned out that (...) very few big "popular" films were made because producers preferred the type of film that a consultant would agree to fund"
"It was next to impossible to find two people with different professional credentials in Denmark who didn't know each other"
"Vast amounts of money were at play and careers and jobs hung in the balance. Friendships were put under strain, or rewarded as the dim view had it. There was hardly a cocktail party or a restaurant where a consultant could go and not find themselves cornered by a eager producer trying to push his case"

horáculo

Com o que se , o que se viu e o que se anda a ver, parece que, mais do que esta, divertida, divertida, vai ser a campanha para as Presidenciais...

a campanha-lixo

Parece-me proveitoso popularizar uns e-mails que um amigo meu (que não é filiado em qualquer partido e que pelo menos até há um ano não estava recenseado) recebeu como "spam". Pelo menos, servem para mostrar que a campanha na Internet, feita pelos próprios partidos ou não, ultrapassou já os blogs dos candidatos.

Primeiro e-mail:
Lisboa, 12 de Janeiro de 2005.

Aos Camaradas do Partido Socialista,

Estou a observar o engenheiro José Sócrates já há algum tempo. Faço-o como
eleitor seguro do PS, seu fundador, tendo participado, jovem ainda, do
glorioso 25 de Abril. E depois de ter tido a honra de conviver com um
exemplo de socialista e de democrata como o respeitável Mário Soares, e de
líderes íntegros como António Guterres e Ferro Rodrigues, lamento ser
obrigado a um desabafo.

Não constato no engenheiro José Sócrates os traços de tolerância,
humildade e austeridade que nossos históricos líderes sempre ostentaram
como galardão e honra. Lamento, profundamente, estar vislumbrar no novo
líder do meu partido um viés de intolerância política, arrogância pessoal
e visível arrivismo, que a mim me causam constrangimento e ao nosso
partido prestam um imenso mau serviço.

Alguns factos não podem passar despercebidos aos olhos dos que estão a
acompanhar a trajectória do PS e de seus militantes, sob pena de se pagar
um alto preço nas urnas e perante a história de Portugal.

O nosso partido foi retirado a Ferro Rodrigues, mesmo depois dele nos ter
conduzido à maior das nossas vitórias. Aí, então, já se vislumbrara o
espírito de competição negativa, de autoritarismo pessoal e de profunda e
doentia vaidade pessoal do engenheiro José Sócrates.

Estou a recordar um episódio chocante, que me causou espécie, quando o
actual líder do meu partido, então ministro do Ambiente, em entrevista na
TVI abriu os braços, irritado, apontou o dedo a um repórter que lhe fez
uma pergunta delicada sobre a acção da Quercus por causa das salinas do
Samouco, e ameaçou-o de porrada. Quando, Virgem de Fátima, um Mário
Soares, um Guterres, um Ferro Rodrigues, fariam isso? Nem em particular,
muito menos diante de milhões de telespectadores aturdidos e surpresos com
tamanho destempero, despreparo e desrespeito!

Agora começo a percepcionar seu relacionamento tenso, agressivo até mesmo,
com os repórteres que estão a cobrir a jornada eleitoral. Embora a
comunicação social, sabidamente, esteja a apoiar-nos, o engenheiro
demonstra uma insegurança que nos alerta e deixa preocupados.

No episódio em que o líder do PS promete prioridade aos mais idosos na
questão das políticas sociais, esteve próximo do disparate, quando se
recusou a dizer às emissoras de televisão qual seria a fonte de tais
recursos. E, cá entre nós, se ele não souber, a grande promessa passa a
ser apenas um engodo eleitoral, um artifício para ganhar votos de idosos
esperançosos que vivem abaixo do limiar da pobreza?

O PS tem responsabilidades muito claras para com os mais humildes, os mais
desfavorecidos, os marginalizados, pois fomos sempre nós, os socialistas,
os seus representantes! Não podemos, assim sendo, tratar de algo tão
importante com uma leviandade que salta aos olhos de toda a Nação.

Lanço um alerta aos companheiros do partido, aos portugueses em geral: não
derrotaremos a direita se não formos conduzidos pelas mãos fortes de um
líder acerca do qual não existam contestações de ordem pessoal, moral,
empresarial ou política. Não triunfaremos se não se projectarem valores
sólidos e verdadeiros, e se nossas promessas não forem exequíveis e
respeitáveis.

Não vejo no engenheiro José Sócrates, e o digo com uma dor no coração e
lamentando fazê-lo, os traços para a liderança para de Portugal que
defendemos: humildade, equilíbrio e competência.

Nos últimos dias temos observado as contradições gritantes que o
atormentam. O líder do PS está-se a revelar aos olhos dos portugueses,
como um poço de contradições, um senhor dos ziguezagues, um mutante
costumeiro, uma alma inquieta e atormentada, que muda ao sabor dos ventos
como se de uma copa de árvore se tratasse.

Sempre acreditei que as reiteradas assertivas de Manuel Alegre quanto a
José Sócrates não passavam de alguma implicância pessoal ou mesmo
despeito. Fui injusto com o grande poeta e ilustre companheiro socialista.

Há uma outra parte, ainda mais sensível, do debate político. Em relação ao
envolvimento de José Sócrates no caso Sovenco, empresa de combustíveis que
faliu e da qual Armando Vara (que foi condenado a 4 anos de prisão) e
Fátima Felgueiras (foragida da justiça e refugiada no Brasil) eram sócios.
Há, inclusive, material da comunicação social até mesmo sobre o
enriquecimento de Sócrates. Refiro-me à revista Focus, na edição 257, de
15 de Setembro de 2004, que destacou estas histórias na sua capa: A vida
secreta de José Sócrates. O subtítulo, ainda na capa, é arrasador: Mora
num prédio de luxo, faz vida de rico e declara, como único rendimento, o
seu ordenado de deputado. Vamos ficar cegos diante de tal disparate,
jamais desmentido?

Oxalá o meu desabafo seja lido como um exagero de precauções. Temo, porém,
pressagiar tempos difíceis para meu partido, por conta de um engano que,
aos poucos, se vai descobrindo, mesmo que em voz baixa, mesmo que
envergonhadamente, por entre as paredes da nossa imponente sede, no Largo
do Rato.

Saudações socialistas,


Manuel António Torres Alves
Vila Franca de Xira
Segundo e-mail
Pedro Santana Lopes vence o debate na SIC.



Evidente impreparação de José Sócrates
desanima assessores e atira
um balde de água fria sobre os socialistas



Pedro Santana Lopes venceu de forma transparente e tão evidente o debate
televisivo na SIC travado com José Sócrates.
Santana Lopes mostrou que é o melhor candidato para governar Portugal ao deixar
claro perante os portugueses que está mais bem preparado para exercer as funções
de Primeiro-Ministro e que tem mais experiência administrativa.
Tanto a segurança do líder do PSD quanto o impressionante nervosismo e a
insegurança do socialista Sócrates não passaram despercebidos aos
telespectadores do debate da SIC.
Sócrates ficou claramente desconfortável com a questão do casamento gay e a
adopção de menores por casais de homossexuais, defendidos por ele na revista
Única, em junho de 2004, quando Santana Lopes mostrou um exemplar da revista,
deixando o líder socialista em delicada situação.
Santana mostrou que tem mais obras realizadas em proveito dos portugueses e
conhece em profundidade as necessidades de melhoria de vida das pessoas que
menos tem e que mais precisam. Sócrates voltou a fugir. Mais uma vez não quis
assumir compromissos diante dos portugueses em questões fundamentais para o
país.
Santana destacou as alterações ao sistema de impostos do país, ressalvando que
pela primeira vez os bancos vão pagar mais impostos para que o cidadão português
que vive de salários possa pagar menos impostos e ter mais dinheiro para a
família. Sócrates calou-se, numa demonstração clara do envolvimento do PS com os
banqueiros.
Destacou medidas que já estão em vigor, tomadas pelo seu governo, como a
separação nas declarações de rendimentos de casais para diminuir o pagamento de
impostos. E afirmou que se os portugueses lhe derem o privilégio de continuar a
sua governação na próxima legislatura não haverá aumento nem do IVA, nem do IRC,
nem do IRS.
Sócrates voltou a defender a co-incineração, modelo já condenado pelos
ambientalistas e pelas populações. Nervoso, Sócrates não quis assumir também uma
promessa que já tinha feito que é a da criação de 150 mil empregos. Disse que
não é promessa, é um objectivo.
Santana, com clareza e tranquilidade impressionantes, mostrou que está à frente
de um processo de recuperação da economia portuguesa, com optimismo. Para
Sócrates, o país é um poço de fracassos e negativismos, tudo vai mal, tudo está
pior. Santana lembrou-lhe que tem confiança no futuro. E que o que Sócrates no
fundo quer ‘‘é o governo do engenheiro Guterres sem o engenheiro Guterres’’. O
mesmo que fugiu do governo depois de o país ter passado por um período de
recuperação da sua confiança, destruída após Portugal ter sido atirado ao
pântano pela governação do PS e pelas suas políticas despesistas e de
endividamento público.
O rigor orçamental exigido aos portugueses para tapar o buraco aberto nas
finanças públicas pela “tralha guterrista”, que abandonou o poder e agora apoia
José Sócrates (que foi Secretário de Estado e Ministro de Guterres), no entanto,
foi uma tarefa à qual o PSD se dedicou por amor a Portugal.
Santana mostrou, por fim, que o país já iniciou a retoma do crescimento
económico e segue adiante nas conquistas nos desígnios de gestão do país e dos
aumentos de produtividade para uma melhor distribuição da riqueza acumulada.
Terceiro e último e-mail:

ser cada vez mais memória

o pcp responde

Gabinete de Apoio to me
Show options 12:53pm (1 hour ago)

Ex.mo Senhor Jorge Nande:

Pedindo desculpa pelo atraso, acusamos a recepção do seu e-mail que agradecemos.

Dada a amplitude das questões que nos coloca considerámos enviar-lhe o nosso Programa Eleitoral, apresentado a 18 de Janeiro pelo Secretário Geral do Partido, que lhe permitirá ficar com uma visão mais global das nossas posições e propostas.

http://www.pcp.pt/ar/legislativas05/programa-eleitoral/programa-eleitoral.pdf


Pode igualmente consultar a página do PCP na Internet ou ainda visualizar o Fórum debate de há poucos dias o PCP realizou também através da Internet.


Sem mais, com os nossos melhores cumprimentos,


Gabinete Técnico de Apoio ao Secretariado do Comité Central do PCP
« Home | Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »
| Próximo »


jorge vaz nande | homepage | del.icio.us | bloglines | facebook | e-mail | ligações |

Novembro 2003 Dezembro 2003 Janeiro 2004 Fevereiro 2004 Março 2004 Abril 2004 Maio 2004 Junho 2004 Julho 2004 Agosto 2004 Setembro 2004 Outubro 2004 Novembro 2004 Dezembro 2004 Janeiro 2005 Fevereiro 2005 Março 2005 Abril 2005 Maio 2005 Junho 2005 Julho 2005 Agosto 2005 Setembro 2005 Outubro 2005 Novembro 2005 Dezembro 2005 Janeiro 2006 Fevereiro 2006 Março 2006 Abril 2006 Maio 2006 Junho 2006 Julho 2006 Agosto 2006 Setembro 2006 Outubro 2006 Novembro 2006 Dezembro 2006 Janeiro 2007 Fevereiro 2007 Março 2007 Abril 2007 Maio 2007 Junho 2007 Julho 2007 Agosto 2007 Setembro 2007 Outubro 2007 Novembro 2007 Dezembro 2007 Janeiro 2008 Fevereiro 2008 Março 2008 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Julho 2008 Agosto 2008 Setembro 2008 Outubro 2008 Janeiro 2009 Fevereiro 2009 Março 2009 Maio 2009 Junho 2009 Julho 2009 Agosto 2009