a fotocópia
O Extratexto anuncia rusgas às fotocopiadoras. Espanta que não as tenha havido (ainda) em Coimbra, onde os centros de cópias existem quase porta sim, porta não. O triste é que, para muita gente (e eu também já fui estudante de Licenciatura), a fotocópia é mais do que ilegalidade: é sobrevivência. E acho que qualquer editor perceberá isto.
2 Comentários:
É compreensível, de facto. O ex-secretário de estado da cultura (Governo Guterres) chegou a afirmar que havia uma justificação moral.
O que eu não compreendo é porque é que as faculdades e as editoras em questão não se associam e fazem esses mesmos livros em versão barata, com espaço para apontamentos, logótipo da faculdade e outras coisas do género.
Se eles quisessem conseguiam provavelmente acordar preços de venda não muito diferentes dos praticados pelas resmas de fotocópias.
Perante a opção toda a gente ganhava, excepto os fotocopiadoras, claro.
porque o mundo é feito de mudança :)
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